O Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) decidiu nesta quarta-feira (25) recomendar que suas sete universidades filiadas aceitem a proposta apresentada pelo governo ontem (24). O maior sindicato, o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que representa docentes de outras instituições, ainda analisa o plano. Estão paradas 58 federais.
A diretriz do Conselho Deliberativo do Proifes recomenda, também, que a greve seja encerrada. Caso isso aconteça, podem voltar a trabalhar professores de UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), UFBA (Universidade Federal da Bahia), UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), UFG (Universidade Federal de Goiás), UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e UFC (Universidade Federal do Ceará), além de institutos federais no Paraná e no Rio Grande do Sul.
A nova proposta inclui reajustes que variam de 25% a 40% e a antecipação da vigência do plano de reestruturação de carreiras. A alteração fez o impacto do aumento no Orçamento subir de R$ 3,9 bilhões para R$ 4,2 bilhões até 2015.
Ontem, o presidente do Proifes, Eduardo Rolim, já havia dito que a proposta do governo atendia aos 15 itens solicitados pela entidade. “O governo atendeu integralmente à nossa pauta. É um avanço. Agora, vamos fazer análise e consultar os professores do país inteiro”.
Andes e Sinasefe
Tanto os representantes do Andes quanto os do Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) saíram insatisfeitos da reunião com o Ministério do Planejamento. "É a mesma essência da proposta anterior, ou seja, não reestrutura a carreira", disse à Agência Brasil a presidente do Andes, Marinalva Oliveira.
Fonte: UOL EDUCAÇÃO







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